quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Deixa-me nascer para te amar!


"APESAR DA CIÊNCIA DEIXAR BEM CLARO QUE A VIDA HUMANA COMEÇA NO ATO DA FECUNDAÇÃO, MILHARES DE CRIANÇAS SÃO ASSASSINADAS TODOS OS ANOS DENTRO DO VENTRE DAS SUAS PRÓPRIAS MÃES." A VIDA PEDE UM POUCO DA SUA ATENÇÂO!!!

"Agasalhado na concha do ventre, o corpo de alguém se forma. Alguém despreocupado, confiante, simples, que vive sua vida de sonhos. Aguarda o momento em que verá a luz.
Um dia estivemos todos lá, mergulhados nessa cálida inconsciência, aguardando... Por isso, a idéia de uma lâmina que extingue essa vida pequenina nos dói tanto.

Aqui no Brasil, projetos de lei querem tornar legal o aborto. Há algo mais cruel do que tirar a vida do indefeso? Do que não tem voz?..
Há coisa mais estranha do que descartar pedaços de gente porque serão mal-formados, deficientes, di-fe-ren-tes?
Legalizar o aborto é optar pela exclusão. É criar uma sociedade em que fetos mal-formados ou simplesmente indesejados são descartados. Como papel usado, como laranja chupada, como lápis quebrado. Como lixo. Mas são gente! E querem viver. Quem falará por eles? Quem lhes tomará a defesa?

Em horas decisivas da história, houve gente que dormiu, que negou, que se escondeu, que evitou, que fugiu. E você?"

PORQUE MATAR UM FILHO E NÃO O OUTRO?

"- Doutor, o senhor terá de me ajudar num problema muito sério... Este meu bebê ainda não completou um ano e estou grávida novamente. Não quero filhos em tão curto espaço de tempo. Não tenho condições de criar ambos”.
E então o médico perguntou: "E o que a senhora quer que eu faça?" A mulher, já esperançosa, respondeu: "Desejo interromper esta gravidez e conto com a ajuda do senhor".
O médico então pensou um pouco e depois disse a mulher: - "Acho que tenho um método melhor para solucionar o problema. E é menos perigoso para a senhora".
A mulher sorriu, acreditando que o médico aceitaria seu pedido. E então ele completou:
- "Veja bem, minha senhora, para não ter de ficar com os dois bebês de uma vez em tão curto espaço de tempo, vamos matar este que está em seus braços. Assim, o outro poderá nascer. Se o caso é matar, não há diferença entre um e outro. Até porque sacrificar este que a senhora tem nos braços é mais fácil, pois a senhora não correrá nenhum risco.
" A mulher reagiu indignada: - "Não doutor! Que horror! Matar uma criança é um crime!". Depois de refletir, a mãe mudou de idéia. O médico viu que a sua lição surtira efeito.
Ele persuadiu a mãe que não há diferença entre matar a criança já nascida e matar uma criança ainda por nascer, mas viva no seio materno. O crime é o mesmo, e o pecado, diante de Deus, também é o mesmo. "

Autor desconhecido
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