quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Antes de legalizaroaborto

 #legalizaroaborto dê uma olhadinha nestas fotos: http://bit.ly/n3jFwU - quem sabe você decida #naolegalizaroaborto - DÊ RETWEET






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(A imagem na qual a mãozinha segura o dedo do médico não se trata de aborto, muito pelo contrário: o bebê foi operado ainda dentro do útero, o que salvou sua vida.
http://bbpontocom.blogspot.com/2008/03/histria-de-um-milagre-chamado-samuel.html)

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domingo, 25 de setembro de 2011

[Alerta] 30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer

Posted: 02/05/2011 by Arauto de Cristo in Exortação, Obreiros Aprovados
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O ministro de louvor Ronaldo Bezerra nos enviou um ótimo artigo para ministros de louvor, dança e também técnicos de som.
 O tema da matéria é: “30 erros que o ministro de louvor NÃO pode cometer”, e você confere na íntegra abaixo:
 1- Não se preparar musicalmente e espiritualmente para a ministração
 - Devemos nos apresentar como obreiros aprovados (II Tm 2:15).
 A) Aspecto espiritual 
 - É necessário oração e leitura bíblica diariamente. A base de todo ministério é a oração e meditação. O que se pode esperar de alguém que não medita e não ora? A.W.Tozer disse: “Nunca ouça um homem que não ouve a Deus”.
 - Um ministro que não ora e não medita, deixa de ser um homem de Deus para ser um profissional do púlpito.
 - Se desejamos ter um ministério mais ungido precisamos entender que o endereço da unção está no altar.
 B) Aspecto musical 
- É preciso realizar ensaios para que haja entrosamento.
- Tenha uma lista definida dos cânticos; quando forem novos, providencie cifras.
- É necessário concentração total durante os ensaios, evitando distrações, brincadeiras e conversas paralelas.
- Estar atento às orientações, arranjos, rítmica, andamento, métricas, etc.
- Estude música. Muitas vezes a congregação “suporta” em amor a falta de técnica e afinação mínima dos que tocam e cantam.
 2- Nunca preparar a ministração
 - Devemos ter habilidade para improvisar, porém, isso não deve ser a regra.
- Quando o ministro não faz a “lição de casa” acaba ficando fácil perceber, não há seqüência coerente nos cânticos, há erros nos acordes e na seqüência da música cantada, não há expressão, há insegurança, etc.
- Os que ministram de improviso, demonstram não levar a sério o lugar que ocupam na obra de Deus (Jr 48:10). O Espírito Santo não tem compromisso com ociosos, preguiçosos e displicentes.
- Já avaliamos o preço que muitos pagam para estar no culto para participarem da adoração a Deus? Façamos o melhor para o Senhor!
 3- Atrasar nos compromissos sem dar satisfação
 - O músico maduro tem conhecimento das suas responsabilidades e procura cumpri-las à risca. Portanto, seja responsável e chegue aos horários marcados! Se houver problemas ou dificuldades, comunique-se com sua liderança.
- Quando não damos satisfação sobre nosso atraso estamos agindo com irresponsabilidade, e em outras palavras, estamos dizendo “isso não é importante pra mim!”.
 4- Não aceitar as críticas
- Quem não aceita críticas, acaba caindo na mediocridade e se torna um ministro sempre nivelado por baixo. As críticas servem para não deixar que caiamos no conformismo e paremos de crescer.
- Devemos receber as críticas com um espírito humilde e disposto a aprender. Quem não é ensinável e não gosta ser contrariado, não pode atuar em nenhum ministério na igreja.
 5- Começar a ministração sem introdução e falar sobre verdades sem nenhuma demonstração de amor
- Não seja “juiz” das pessoas.
- Mostre a graça de Deus e o amor.
- Não seja grosseiro e indelicado.
- Seja amável e educado. A introdução pode determinar o sucesso de toda a ministração. Esse primeiro contato é “chave” para uma ministração abençoada e abençoadora.
- Uma boa introdução cativa a atenção das pessoas, desarma as mentes e prepara o caminho para compreensão e recepção da ministração.
- Uma boa ministração precisa ter um começo, meio e fim.
- Não seja muito prolixo e cansativo na introdução. Deve ser o suficiente para abrir a porta das mentes a fim de que as pessoas recebam aquilo que Deus tem reservado para cada uma delas.
 6- Utilizar o púlpito para desabafar
- Uma mente cansada não produz com qualidade e o estresse pode levar a pessoa a falar o certo, mas no lugar errado. Púlpito não é lugar para desabafos, é lugar para profecia!
- Tratemos a igreja do Senhor de forma respeitosa (I Pe 5:2-4).
 7- Gritaria
- Não confunda “gritaria” com unção, autoridade e poder. Muitos por não terem o equilíbrio e sensibilidade, tornam-se ministros irritantes, exagerados e em alguns casos, quase insuportáveis.
- Quem fala deve respeitar a sensibilidade e boa vontade dos que ouvem (I Co 14:40).
- Não é gritando que se alcança o coração das pessoas, mas sim, com unção, habilidade na comunicação e criatividade.
- Há ministros que cantam e falam tão alto e agressivamente, que deixam a impressão de que estão irados com o público. Quem sabe usar de forma inteligente sua voz e os equipamentos de som disponíveis, com certeza alcançará grandes resultados.
8- Expor os músicos, dirigentes ou técnicos durante a ministração
- Por vezes, alguns cometem erros durante a ministração, logo os outros músicos percebem e começam a rir, ou surgem olhares de reprovação, expondo diante de todos, aquele que errou.
- Devemos ser discretos, e quando errarmos, encararmos com naturalidade, sem expor nossos companheiros, porque apesar de estar na frente da congregação, estamos diante do Senhor, ministrando à Ele, e Ele sabe como e quem somos.
- Muitos estão magoados e chateados por terem sido expostos na frente dos outros. Tenhamos uma atitude de amor e respeito uns para com os outros.
9- Tocar, cantar ou dançar com outros ministros sem ser convidado
- Se algum ministro de outra congregação for convidado para ministrar em sua igreja, não suba no púlpito para ministrar sem ter sido chamado e convidado. Isto é falta de educação. Não seja mal educado!
- Muitos, por falta de educação e sensibilidade acabam atrapalhando a ministração daqueles ministros que foram convidados no culto.
10- Usar muitas ilustrações e dinâmicas durante a ministração
- Muitos querem “pregar” durante o louvor. O exagero de histórias, testemunhos, dinâmicas e ilustrações durante os cânticos, comprometem a essência e o propósito da ministração. Ministre cantando! Flua!
- Cuidado com manipulações! Não devemos tratar o público como “macacos de auditório”. Não peça para o público repetir frases feitas o tempo todo, gestos o tempo todo, além de se tornar algo cansativo, o ministro pode cair no ridículo diante do público.
- Evite deixar “brancos” entre um cântico e outro; para isso é indispensável desenvolver um bom entrosamento com os músicos, combinar sinais, etc.
11- Contar histórias ou piadas fora de hora
- Algumas histórias ou piadas, nunca deveriam ser contadas no púlpito da igreja. Não vulgarize o púlpito. Muitos querendo ser descontraídos acabam se tornando desagradáveis, fazendo colocações em momentos inapropriados, e por vezes dizem coisas com duplo sentido.
- Púlpito é lugar de profecia e não palco para piadas. Fomos chamados para ser profetas e não humoristas.
12- Ministrar o tempo todo com os olhos fechados ou olhar só para uma direção
- É importante olhar para as pessoas. Os olhos têm um poder impressionante de captar e transmitir mensagens não verbais.
- É importante transmitir amor, alegria e paz através do nosso olhar. Através de um olhar podemos abençoar as pessoas. Os que fecham os olhos ao ministrar, nunca vão saber avaliar seus ouvintes, lendo suas expressões faciais.
- Para alcançar a atenção de todos, é necessário olhar em todas as direções. Olhar só para uma direção pode transparecer que as pessoas não são importantes, ou que não precisam participar daquele momento de ministração.
- Estamos diante de Deus, mas também estamos diante do público. Estamos ministrando a Deus, mas também sendo instrumentos para abençoar a congregação.
13- Exagerar nos improvisos
- A disciplina e a maturidade musical é algo que todo músico deve buscar. Precisamos entender que pausa também é música.
- Acompanhar um cântico antes de tudo, é uma prática de humildade e sensibilidade. Nas igrejas, geralmente, os instrumentistas e cantores querem mostrar sua técnica na hora errada. O correto é usar poucas notas, não saturar a harmonia, inserir frases nos espaços melódicos apenas, e o baterista conduzir. Economize informações musicais!
- Instrumental: Procure tocar o que o arranjo está pedindo, sem se exceder. Todo músico deve aprender a se “mixar” no grupo, aprender a ouvir os outros instrumentos, afinal, é um conjunto musical.
- Vocal: Procure cantar a melodia, fazendo abertura de vozes e improvisando apenas em momentos específicos, criando assim, expectativa. Muitas vezes a congregação não consegue aprender a melodia da música por causa do excesso de improvisos dos dirigentes e cantores.
- Avalie o que está tocando e entenda que o trabalho é em equipe, e não apresentação de seu cd solo.
- Procure gravar as ministrações, para que seja feita uma avaliação e as correções necessárias.
- Tocar e cantar de forma madura e eficiente requer disciplina, auto-análise e constante aprendizado.
14- Não ter expressão durante a ministração dos cânticos
- Não seja um “alienígena” em cima do púlpito. Participe de todos os momentos!
- A entonação da voz também é importante. Não combina, por exemplo, falar sobre alegria com uma entonação e um semblante triste e melancólico. Você pode contagiar o público através da sua expressão e entonação de voz.
15- Comunicação inadequada ao tipo de público
- Ser sensível ao tipo de público que estamos ministrando e utilizar uma linguagem adequada. A dinâmica de um culto congregacional é diferente, por exemplo, de uma reunião de jovens, ou crianças, evangelismo, etc. Não trate um público maduro, por exemplo, utilizando uma linguagem de criança e vice-versa.
- Cuidado com erros de português, vícios de palavras e gírias. Não precisa ser formal, seja natural, sempre observando o público que você está ministrando.
16- Vestimenta inadequada
- Sua vestimenta deve ser coerente ao tipo de ambiente e reunião que você estará ministrando.
- Cuidado com vestimenta inadequada, tipo roupa justa, cores chamativas, etc.
- Esteja atento a sua aparência – cabelos penteados, dentes escovados, maquiagem leve, usar desodorante, perfume, etc. Lembre-se que o púlpito é uma vitrine. Quem está ministrando passa a ser alvo de observação em todos os sentidos.
17- Cantar cânticos com o qual não está familiarizado
- Não conhece o cântico, não cante! Não sabe tocar o cântico, não toque!
- Para ganhar confiança do auditório, é preciso demonstrar convicção e certeza sobre o que está ministrando. Conhecer bem e ter domínio do cântico ministrado, é imprescindível para que o ministro atinja seu objetivo.
18- Cantar fora da tessitura vocal
- A escolha do tom de uma música depende do canto; este deve ser dentro da tessitura vocal e confortável para ela. Mesmo que o tom escolhido não seja o mais confortável para o instrumentista ele deve executá-lo. Na música onde há o canto, a ênfase é para a mensagem, portanto, não deve ser interferida por outros elementos.
- Muitas músicas que ministramos na igreja não fluem como poderiam, por causa da escolha errada da tonalidade. Por vezes, o tom é muito alto e as pessoas não conseguem cantar.
- O tom pode influenciar na sonoridade da música vocal com acompanhamento, bem como causar danos nas cordas vocais.
19- Elaborar um repertório inapropriado ao tipo de reunião
- Elabore um repertório adequado ao tipo de reunião. Por exemplo: reunião de jovens, evangelismo, santa ceia, etc; o repertório de um culto dominical é diferente de um lançamento de um cd por exemplo.
- Elabore uma seqüência lógica no repertório, ou seja, músicas de celebração, músicas de adoração, músicas de comunhão, etc. A ministração é como um “vôo de avião”, tem um destino.
20- Cantar muitas músicas num período curto de ministração
- Elabore um repertório adequado ao tempo de duração do louvor (conferir com o pastor).
- Dependendo do tempo dado a ministração, não será necessário uma lista extensa de músicas. Esteja atento à maneira como o louvor está transcorrendo e explore um determinado cântico quando perceber que está fluindo profeticamente.
- Muitos exageram no tempo da ministração dos cânticos e passam do horário estipulado, atrapalhando assim, o andamento da reunião. Muitos não se importam se estão agradando ou não. Quando excedemos os limites, podemos cansar o auditório, não atingir os objetivos definidos e forçar a reunião a terminar fora do horário.
21- Ensinar muitas canções num período de ministração
- Para que haja participação do público, procure ensinar durante a ministração, um ou dois cânticos. Procure repetí-los para que todos guardem bem a letra e melodia.
- Quando se ensina muitas músicas num período de louvor, o público não consegue assimilar as canções, causando uma dispersão.
22- Cantar sempre as mesmas músicas nas ministrações
- A Bíblia nos estimula a cantarmos um cântico novo (Sl 96:1). Porque cantar um cântico novo? Para cantar com o coração e não apenas com a mente. Cantar o mesmo cântico em todos os cultos pode se tornar cansativo e enfadonho, e as pessoas acabam cantando apenas com a mente.
- Cometemos um grande erro quando nunca reciclamos o nosso repertório. Reciclar, significa, “atualizar-se para obter melhores rendimentos”. Os ministros devem sempre estar atualizados, escutando boas músicas, consultando a internet, etc.
23- Cantar canções sem a direção do Espírito Santo
- É o Senhor que sabe qual é o cântico certo para a hora certa.
- Devemos tomar cuidado para não cantarmos cânticos que nos identificamos sem ouvirmos o Espírito Santo (I Co 14:8). Muitos só querem cantar cânticos que se identificam apenas atrapalhando assim, o fluir da reunião. Estejamos atentos e sensíveis a voz do Espírito Santo.
24- Não avaliar o conteúdo dos cânticos ministrados
- Muitos estão ensinando canções para a igreja que estão na “moda”, mas que não possuem um conteúdo bíblico correto. Devemos avaliar biblicamente o que estamos ensinando e cantando dentro de nossas igrejas.
- Cantemos cânticos teologicamente corretos
- Cantemos a Palavra de Deus! A Bíblia é o “hinário” de Deus. Quem canta a Palavra de Deus, amanhã não vai precisar pedir desculpas pelo que ensinou.
25- Imitar outros ministros
- Cada um de nós tem características diferentes. Deus nos fez assim! Deus quer nos usar do jeito que somos, com os dons, talentos e as características que Ele nos deu.
- Muitos caem no ridículo quando imitam trejeitos, frases, modo de cantar de outros ministros, etc.
- Cuidado com palavras da “moda”, tipo: “shekiná”, “nuvem de glória”, “trazer a arca”, “chuva”, “noiva”, “abraça-me”; ou então, expressões com duplo sentido, “quero deitar no seu colo”, “quero te beijar”, “quero ter um romance contigo”, “quando Deus penetrou em mim, eu fiquei feliz”, “Quero cavalgar contigo”, etc.
- Não quero ser radical e dizer que há problemas em utilizar estas expressões. Porém devemos refletir o que temos cantado em nossas igrejas. Muitos cantam e compõem canções enfatizando essas expressões, muitas vezes sem saber o significado e sem nenhum propósito, fazem isso apenas por ser uma expressão do “momento”, ou para dar uma idéia de “intimidade” com Deus, tornando-se infelizes nas colocações das palavras, até mesmo com um duplo sentido. Cuidado, intimidade sem reverência vira desrespeito!
- É verdade que Deus nos convida para sermos seus amigos, mas cabe a nós dar a glória devida ao Seu nome! Ele é nosso amigo, mas é nosso Deus! Não devemos tratar Deus como nosso “coleguinha de escola”. Cuidado para que, em nome da “intimidade”, você não perca o respeito e temor a Deus. (Exemplo: A visão de Isaías no cap. 6 – “Ai de mim…”)
26- Deixar o auditório em pé por muito tempo
- Não canse o povo! Ficar em pé 30 minutos é uma coisa, e outra coisa é ficar em pé 50 minutos. Esteja sensível ao ambiente.
- Um público jovem consegue permanecer em pé por mais tempo, mas um público mais velho acaba se cansando mais rápido. Não há nenhum problema em adorarmos a Deus sentado.
27- Deixar de participar de outros momentos do culto
- Muitos músicos são irresponsáveis e acabam comprometendo o andamento do culto. Participam apenas do momento dos cânticos, mas logo após saem do culto para fazerem outras coisas: conversar com amigos, comer, namorar, etc.
- Temos uma grande responsabilidade do culto que está em nossas mãos, por isso não podemos nos dar ao luxo de termos atitudes egoístas, infantis e irresponsáveis (I Co 3:1-2). Lembre-se: somos ministros de Deus!
28- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de som
- É importante estudar e conhecer os equipamentos de som para poder utilizá-los da melhor maneira, evitando também danos nos equipamentos por causa do seu uso inadequado. Existem muitos “curiosos” atuando nesta área.
- Cuidado com o volume dos instrumentos para não saturar o ambiente e provocar incômodo aos ouvintes.
- Lembre-se que o volume das vozes deve ser maior em relação aos instrumentos para que as pessoas entendam o que está sendo falado ou cantado.
- Sua participação no culto é fundamental. Fique atento! Não fique “viajando”. Concentração total!
- Seja amável e educado quando as pessoas vierem te falar ou orientar algo relacionado ao som.
- Não atrapalhe a ministração. Quando surgir algum problema, seja discreto para poder solucioná-lo.
- Depois de mixado os volumes, não há mais necessidade de ficar mexendo na mesa de som. Portanto, não mexa, pois isso atrapalha o bom andamento da ministração.
- Cuide dos equipamentos e seja zeloso pelas coisas de Deus.
29- Não ter um mínimo preparo para atuar na equipe de dança
- Muitos são bem intencionados, mas não possuem o preparo suficiente para dançar.
- Expressão: é importante a expressão facial e corporal, e deve ser condizente com a música que está sendo ministrada.
- Roupas: é importante ser prudente e discreto para que não venha causar polêmica e escândalo dentro da igreja. Tomar cuidado para não tornar a dança algo sensual.
- Técnica e estilo: Todos devem conhecer os vários estilos (balé, street dance, etc), lembrando que cada estilo deve ser coerente ao tipo de música. O sincronismo entre o grupo é um fator muito importante.
30- Atuar no ministério por obrigação e sem alegria
- Quando realizamos a obra de Deus por obrigação não há alegria, mas se torna peso. Você gosta quando alguém vai fazer algo para você por obrigação? Será que Deus gosta quando vamos serví-lo por obrigação? Com certeza, isso não agrada a Deus.
- Se a obra do Senhor tem sido um fardo para nós ou estamos realizando o serviço por obrigação, então é melhor deixarmos o ministério.
- O nosso serviço deve ser com alegria – “Servi ao Senhor com alegria…” (Sl 100:2).
- Valorize o ministério! Valorize esse instrumento poderoso para a edificação da igreja e veículo de evangelização. Você foi escolhido por Deus, portanto, leve a sério o ministério!
Escrito por Ronaldo Bezerra - Publicado no Supergospel com autorização
O artigo acima foi escrito pelo Ronaldo Bezerra, quem quiser entrar em contato com ele, atente para os contatos abaixo.
 “Filhos meus, não sejais negligentes, pois o Senhor vos escolheu para estardes diante dele para o servirdes, para serdes seus ministros e queimardes incenso” – II Cr 29:11

Nomes de demônios, encostos, espíritos malignos


 


Muitos nomes de demônios são manifestados
Dentre eles, destacam-se:

Exu Caveira, Pomba Gira, Zé Pilintra, Tranca Rua, 7 flechas, Caveira da Meia Noite, 7 catacumbas, Maria Padilha, Zé Machado, Ogum, Exu da Morte, Maria Mulambo, Vira Mundo, 7 cadeados, Capa Preta, Preto Véio, Cobra Coral...

Embora conserve do candomblé a veneração dos orixás, a umbanda, religião que desenvolveu e sistematizou o culto à Pombagira como entidade dotada de identidade própria, é uma religião centrada no culto dos caboclos e pretos velhos, além de outras entidades. Embora o candomblé não faça distinção entre o bem e o mal no sentido judaico-cristão, uma vez que seu sistema de moralidade se baseia na relação estrita entre homem e orixá, relação essa de caráter propiciatório e sacrificial, e não entre os homens como uma comunidade em que o bem do indivíduo está inscrito no bem coletivo (Prandi, 1991), a umbanda, por sua herança kardecista, preservou o bem e o mal como dois campos legítimos de atuação, mas tratou logo de os separar em departamentos estanques
A umbanda se divide numa linha da direita, voltada para a prática do bem e que trata com entidades "desenvolvidas", e numa linha da "esquerda", a parte que pode trabalhar para o "mal", também chamada quimbanda, e cujas divindades, "atrasadas" ou demoníacas, sincretizam-se com aquelas do inferno católico ou delas são tributárias. Essa divisão, contudo, pode ser meramente formal, como uma orientação classificatória estritamente ritual e com frouxa importância ética.

NOTAS

1. Este artigo resulta de um projeto mais amplo de pesquisa sobre religiões afro-brasileiras que venho realizando desde 1987 em terreiros de candomblé e umbanda de São Paulo. Para esse projeto, tenho tido contato também com terreiros do Rio de Janeiro, Bahia, Pernambuco, Rio Grande do Norte, Distrito Federal, Maranhão, Pará, Amazonas, Ceará e Rio Grande do Sul, o que me permite, penso, poder trabalhar com classes mais generalizantes de conclusões. Neste artigo, procurei usar como fontes sobre a identidade de Pombagira as próprias cantigas de culto que estão registradas por autores umbandistas e que, de acordo com meu trabalho de campo, acham-se bastante disseminadas pelo país. Igualmente, procuro não me prender a situações muito peculiares e particulares deste ou aquele terreiro ou mesmo cidade. Evito de toda sorte cair na armadilha de recorrer à ficção literária para ver a realidade, sobretudo no caso presente, em que ela está ao alcance do trabalho de campo. Para a pesquisa, conto com financiamento do CNPq.

BIBLIOGRAFIA
ALKIMIN, Zaydan. (1991), O livro vermelho da Pomba-Gira. 3a. edição, Rio de Janeiro, Pallas .

ARCELLÁ, Luciano. (1980), Rio macumba. Roma, Bulzoni.

AUGRAS, Monique. (1989), "De Yiá Mi a Pomba Gira: Transformações e símbolos da libido", in: C. E. Mde Moura (org), Meu sinal está no teu corpo: eséritos sobre a religião dos orixás. São Paulo, Edicon & Edusp.

BITTENCOURT, José Maria. (1989), No reino dos Exus. 5a. edição, Rio de Janeiro, Pallas.

CAMARGO, Candido Procopio Ferreira de. (1991), Kardecismo e umbanda. São Paulo, Pioneira.

Reginaldo Prandi

Candomblé, umbanda e macumba: Religiões de Satanás

O Candomblé, macumba, Umbanda, Quimbanda são práticas espíritas, e como tal condenadas por Deus.

    A autoridade suprema no Candomblé - festa religiosa de origem demoníaca africana, dos iorubas, povo africano do sudoeste da Nigéria – é o Babalorixá, pai-de-santo, babá ou babalaô. Ele é o mestre, guia e chefe de um terreiro, encarregado de dirigir o culto aos satânicos Orixás, Mas quem são os malditos Orixás? Que são essas abomináveis entidades a quem os candomblecistas prestam culto e adoram? Vejamos alguns conceitos:

a) "A liturgia do candomblé reverencia a memória dos malignos orixás, praticada por aqueles que se acreditam seus descendentes, como forma de trazer seus espíritos de volta ao convívio dos vivos pela reencarnação durante o culto. O nome orixá se aplica às terríveis divindades trazidas ao Brasil pelos negros escravizados da África ocidental. Entre os escravos, orixá foi traduzido por santo, em analogia com os santos católicos, expediente destinado a proteger o culto contra a intolerância oficial. As cerimônias de invocação aos orixás se realizam nos terreiros".

b) "Cada orixá do diabo é reverenciado com suas cores, insígnias e comidas características, danças e gritos de saudação. Algumas das principais entidades dos cultos afro-brasileiros são: Ogum, irmão Obaluiê e de Oxóssi, é a divindade dos que trabalham ou utilizam o ferro. Manifesta-se como um guerreiro que dança com a espada. Seu dia da semana é terça-feira, e suas contas são azul-escuras. Recebe sacrifícios de bodes e galos e gosta de inhame assado com azeite. É sincretizado com santo Antônio, na Bahia, e com são Jorge, no Rio de Janeiro. Seu grito de saudação é "Ogum iê!".

c) "Oxóssi é o deus dos caçadores, muito popular na Bahia. Recebe sacrifícios de porcos e bodes. Sua comida é axoxô (milho branco cozido com lascas de coco). Corresponde na Bahia a são Jorge e no Rio de Janeiro a são Sebastião. Seu grito de saudação é "Okê arô!"

d) "Omolu, ou Obaluaiê, é a divindade das doenças contagiosas. Recebe sacrifícios de bodes e porcos. Gosta de pipoca e aberém (massa de milho branco assado em folhas de bananeira). Identifica-se com são Lázaro e são Roque. Sua saudação é "Atotô!".

e) "Oxumaré é a cobra e o arco-íris, e simboliza a riqueza e o dinamismo dos movimentos. É sincretizado em são Bartolomeu. Recebe homenagens especiais no dia 24 de agosto, o seu dia. Usa colares de búzios enfiados em forma de escamas de cobra, e come guguru (mistura de feijão fradinho com milho, cebola, azeite e camarão) e caruru sem caroços de quiabo. Recebe sacrifícios de galos. Quando dança, leva na mão uma cobra de ferro. Sua saudação é "Aô boboi!".

f) "Iemanjá é a maldita divindade associada à água salgada no Brasil, mas na África apenas ao rio Ogum (que não tem nenhuma relação com o orixá Ogum). É a mãe dos outros orixás demoníacos. Geralmente é representada sob a forma de sereia: cabeça, tronco e busto femininos e apêndice caudal de peixe. Sincretizada com Nossa Senhora da Conceição, das Candeias, do Carmo ou da Piedade, recebe oferendas rituais levadas ao mar por embarcações. Seus alimentos sagrados são o pombo, a canjica, o galo e o bode castrado, e o seu dia da semana é sábado. Dança vestida de azul, imitando o movimento das ondas do mar. Festejada na Bahia em 2 de fevereiro, e em 31 de dezembro, no Rio de Janeiro. Sua saudação é "Odô-iá!".

g) "Xangô é a divindade diabólica que domina trovões, raios e tempestades, simbolizada por machados de pedra num alguidar de madeira. É sincretizado em são Jerônimo. Recebe sacrifícios de carneiros, galos e cágados. Come amalá (quiabo com camarão ou carne) e begiri (quiabo com azeite, camarão, inhame, sal e cebola). A saudação que se dirige a ele é "Kawô kabiecilê!".

h) "Iansã, uma das esposas de Xangô, é o orixá dos ventos e das tempestades. É sincretizada com santa Bárbara. Recebe sacrifícios de cabras, dança com mímica guerreira, e come acarajé. Sua saudação é "Epa hei!".

i) "Oxum, também mulher de xangô, representa na Bahia a água doce. É sincretizada com Nossa Senhora das Candeias. Come mulucu (feijão fradinho com cebola, sal e camarão) e adum (fubá de milho com mel e aceite). Sua dança é faceira, mas ocasionalmente também belicosa É saudada com o grito "Ora Iêiê ô!".

j) "Obá, a mais velha das três mulheres de Xangô, é a divindade de Satanás ligada ao rio Obá, na Nigéria. Raramente aparece no candomblé, mas quando o faz quase sempre briga com sua rival Oxum. Come cabra e galinha d'angola".

k) "Oxalá, ou Obatalá, é a divindade que preside a procriação. Aceita sacrifícios de pombas, cabras e galinhas. É saudada com o grito "Êpa-babá" e sincretizado na Bahia, com o Senhor do Bonfim".

l) "Erê é um orixá filho de Xangô. Manifesta-se por meio de linguagem infantil e se comporta como criança".


     Como se vê, Candomblé nada tem a ver com Cristianismo. O deus-orixá, de múltiplas faces e nomes, não é o nosso Deus, é o Satanás. A alegação de que Deus está em toda parte, todos são filhos de Deus, que Deus ama a todos, e por isso devemos nos aproximar dos cultos afro-brasileiros, é, no mínimo, ingênua.

    O Candomblé lida com demônios; a finalidade de seus rituais é agradar aos orixás com oferendas e sacrifícios; as saudações são dirigidas aos demônios; os cânticos expressam homenagens aos demônios; nos rituais de iniciação as filhas-de-santo são obrigadas a beber sangue podre; a entregar seus corpos para serem possuídos pelos demônios; a obedecer cegamente ao pai-de-santo, etc. E mais: nas festas do Candomblé todas as filhas-de-santo recebem (incorporam, ficam possuídas) seus respectivos espíritos-guias. Este não é o lugar apropriado para um filho de Deus, um crente em Jesus, um cristão verdadeiro. Candomblé e Cristianismo são irreconciliáveis.

    Os espíritas devem ser amados e evangelizados. Mas para isso não precisamos tocar seus atabaques, comer suas iguarias contaminadas e cantar seus hinos satânicos. Não precisamos ir aos quintos dos infernos para evangelizar a satanás. Não existe e nunca existirá conciliação entre as trevas e a luz: "Que sociedade tem a justiça com a injustiça? E que comunhão tem a luz com as trevas? E que consenso tem o templo de Deus com os ídolos? Pelo que saí do meio deles, e apartai-vos, diz o Senhor; e não toqueis nada imundo, e eu vos receberei; e eu serei para vós Pai, e vós sereis para mim filhos e filhas, diz o Senhor Todo-poderoso" (2 Coríntios 6.14-18).

    Uma coisa é certa: a Igreja do Senhor Jesus, assim entendido o Corpo de Cristo, não come, nunca comeu e jamais comerá das mãos dos Orixás, do Exu, do Pomba-gira, do Preto-Velho, de Iemanjá ou de qualquer demônio. Jamais nos alegraremos com os cânticos de louvor a satanás; nossos templos estarão sempre fechados a qualquer prática espírita, seja do Candomblé, da Umbanda ou Quimbanda. Mas estaremos sempre de braços abertos para receber homens e mulheres oriundos de qualquer seita, para lhes dizer que só em Jesus Cristo há salvação, "porque em nenhum outro há salvação, porque também debaixo do céu nenhum outro nome há, dado entre os homens, pelo qual importa que sejamos salvos" (Atos 4.12).

    A Igreja se manterá distante dessas práticas satânicas. Não só distante mas sempre pronta para combatê-las com a espada do Espírito, que é a Palavra de Deus.

Nota: Graças a Deus, essas religiões afros estão em decadência no Brasil e no mundo. O evangelho está suprimindo todas elas. Elas vão desaparecer por completo desse país.


Para quem quiser saber mais sobre essas religiões diabólicas eu recomendo o livro: "

Orixás, Caboclos e Guias.

 Deuses ou demônios?

"  Escrito pelo Bispo Macedo.

Famosos que fizeram pacto com o Diabo




Algumas pessoas do meio artístico, principalmente roqueiros, foram iludidos por Satã e fizeram pacto para obterem fama e riqueza. Se deram mal, pois, apesar do sucesso, suas almas foram entregues à perdição e navegam no abismo das trevas. Essas pessoas rejeitaram a paz e tranquilidade oferecidas na Palavra de Deus e abraçaram a glória manipulada por Satanás.


Vejamos algumas:






Marilyn Manson
Pouco antes da morte de Lavey fundador de uma igreja satanica e escritor de livros sobre magia e oultismo inclusive a "Bíblia Satânica" nomeou Marilyn como sacerdote satanista, tanto que é chamado também de "Reverendo"




Alice Cooper
Vincent Furnier seu verdadeiro nome segundo ele próprio foi sugerido em uma sessão coma "a tabua de ouija" quase a mesma brincadeira do compasso ou jogo do copo
O espirito da Tábua teria lhe indicado seu nome artistico.
O visual do ROCKSTAR e sua maquiagem viriam sua marca registrada.


Black Sabbath: Um dos primeiros grupos de ‘heavy metal’ da história e o primeiro a adotar publicamente temática e visual satânicos. Foi formado em 1968, varias letras da banda retratam o ocultismo e satanismo.


Deicide
Banda americana que foi formada em 1987 tem como referencia o nome de :"dei" que significa "Deus", e "cide" significando "Aquele que mata". Assim "deicide" significa "Aquele Que Mata Deus".
As pertubantes letras e sua oposição a religiões causam panico em muitas pessoas.


Xuxa

Xuxa teria feito um pacto com o diabo no início da sua carreira, mas alugmas fontes afirmam que Xuxa quebrou o pacto com o Diabo colocando temas evangélicos em seus programas anuais.





Raul Seixas

O pacto de Raul Seixas com o Diabo não foi muito declarado, mas suas músicas mostravam claramente um apego ao demônio e estimulavam a descrença e a loucura satânica.


Michael Jackson



Michael Jackson em um pacto satânico na música Thriller
Michael Jackson. Este homem era famoso em todo o mundo, mas ele era um satanista. Embora muitas pessoas possam não vê-lo dessa maneira, é a verdade. Este homem tinha pactos satânicos: Ele chegou a um acordo com o diabo para alcançar fama e atrair muitos fãs.

Michael Jackson promovendo as figuras de Satanás
Quem escuta as canções de Michael Jackson ou as canta ou quem é um fã de Michael Jackson, eu devo alertá-lo de que satanás está prendendo você em sua teia para que você acabe no inferno. Neste momento, renuncie a ele em nome de Jesus! Jesus quer te libertar, para que você não seja um perdido. 

Lady Gaga pratica Satanismo nas suas músicas profanas

CUIDADO COM O QUE VOCÊ ESCUTA!!! PODE ESTAR TE CONTAMINANDO PELA LINGUAGEM DO DIABO!!!
VEJA AS TERRÍVEIS IMAGENS E LEIA ATÉ O FINAL.
Com letras e vídeos muitas estrelas internacionais promovem uma vida de promiscuidade, de amor ao dinheiro e egoísmo. Isso é comum. Mas existem artistas que conseguem ir além disso, eles usam seus shows e videoclips para cultuar Satanás, e promover o seu Reino. Algo muito sutil, que vêm dominando as mentes de muitos jovens.
“Pois tudo o que há no mundo – a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a ostentação dos bens – não provém de Deus, mas do mundo.” 1 João 2.16.
Pessoas são usadas inconscientemente ou por decisão própria para servir ao deus que NÃO é o verdadeiro DEUS, ou seja, o falso deus é satanás.
A bíblia diz: “O mundo inteiro jaz no iníquo.” I Jo 5.19.
Com músicas e videoclips elaborados e fascinantes eles “profetizam” e “atraem” pessoas que começam a assimilar e a concordar com essas mensagens satânicas
OBSERVEM…
Esse é o diretor de um clip da Lady Gaga, e muitos outros famosos:
Lady Gaga e muitos outros artistas estão propagando o simbolismo satanico, maçônico, o iluminati e outras formas de ocultismo antigo.
O OLHO QUE VÊ TUDO…
Olho de Hórus ou ‘Udyat’ é um símbolo, proveniente do Egito Antigo, que significa Poder e Morte, relacionado à divindade Hórus. Era um dos mais poderosos e mais usados amuletos no Egito em todas as épocas.
Mesmo olho que Tico Santa Cruz ( Detonautas ) tem desenhado no pescoço.
Olho de Horus - herança egipcia-babilonica
Simbolo pagão na nota de 1 dolar, mostrando o OLHO QUE TUDO VÊ
Lady Gaga faz esse símbolo do olho em todos os seus clipes…
Sempre tem bodes, caveiras, morcegos, morte e outras coisas aparentemente bizarras, mas de cunho satanico em seus clipes…
NA FOTO ABAIXO VEMOS CLARAMENTE ELA COM O SIMBOLO DE HORUS NA MÃO, E EM SEU DANÇARINO A PIRÂMIDE COM O OLHO…
Vemos claramente que ela transmite a mensagem oculta de Satanás nas suas músicas.


Lady Gaga se veste de Pomba Gira e faz apologia a Sacrificio de Animais:


O Diabo comanda ela: em premiação Lady Gaga usa roupa fazendo alusão a uma Pomba Gira
“Pomba gira é o tal demônio designado especificamente para atacar as pessoas na área sexual. Geralmente fazem morada em prostitutas e homossexuais.” 
Essa cantora Lady Gaga faz alusão a vários demônios com suas roupas bizarras e suas atitudes dignas de uma mulher meretriz que acredita em rituais espíritas.
Pasmem: Lady gaga fez uma aparição onde fez alusão a sacrifício de animais, terminando toda ensanguentada como em rituais de feitiçaria e bruxaria.
Em uma premiação ela apareceu sangrando e ao ser questionada em uma entrevista disse que o sangue lembrava coisas espirituais e que ela era uma monstra e seus fãs monstrinho e inspiração para ela.
Horror: alusão a sacrifício de animais
Nós como cristãos, como nação eleita do Senhor devemos ser contra toda essa apologia que está sendo feita ao satanismo. Se você é cristão de verdade, não compre CDs da Lady Gaga, não ouça suas músicas, não queira ter parte nessa blasfêmia.
Lady Gaga de louca não tem nada, ela na Universidade fazia ótimas redações com uma visão de mundo que se opõe a forma que ela se apresenta em publico… Ela sabe muito bem o que está fazendo, ela está servindo ao seu mestre: lucifer.
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